
Chamadas internacionais no Irã parecem estar voltando a funcionar, trazendo um alívio temporário em meio ao bloqueio da internet que já dura nove dias. Segundo moradores de Teerã, a capital do país, essa recuperação parcial ocorre em um contexto de protestos nacionais intensificados. Embora a conexão com a internet ainda permaneça instável, essa notícia pode trazer esperança para muitos.
O panorama das comunicações no Irã
A situação das chamadas internacionais no Irã, assim como as mensagens de texto locais, apresenta uma leve melhora. De acordo com relatos, a conectividade com a internet teve um “leve aumento”. Contudo, conforme a organização de cibersegurança NetBlocks, a conectividade geral ainda está em torno de apenas 2% dos níveis normais.
Impacto do bloqueio na população
O bloqueio das comunicações, implementado pelo governo em 8 de janeiro, dificultou a troca de informações durante os intensos protestos. No entanto, a recuperação das chamadas internacionais no Irã fornece um canal de comunicação vital para muitas famílias e amigos que desejam se conectar com entes queridos.
Entenda os protestos no Irã
Os protestos no Irã começaram em dezembro, inicialmente como manifestações contra a inflação alta. A insatisfação da população se intensificou, levando a uma onda de protestos que representa um dos maiores desafios ao regime atual. A inflação disparou, com produtos básicos como óleo de cozinha e frango se tornando escassos, o que gerou ainda mais descontentamento.
Causas da agitação popular
A insatisfação popular foi exacerbada pela decisão do banco central de encerrar um programa que facilitava o acesso a dólares americanos. Essa mudança fez com que os preços aumentassem, forçando lojistas a repassarem os custos aos consumidores e, em alguns casos, levando ao fechamento de estabelecimentos.
A resposta do governo
Em resposta à crescente revolta, o governo tentava implementar medidas para aliviar a pressão econômica. Uma dessas medidas incluía transferências diretas de quase US$ 7 mensais, mas essa ação não foi suficiente para conter a insatisfação generalizada.
Consequências do bloqueio
As consequências do bloqueio das comunicações são severas. Organizadores de direitos humanos relatam que centenas de vidas foram perdidas desde o início dos protestos, o que levanta preocupações sobre a repressão governamental e a falta de informações disponíveis para a população.
O papel da comunidade internacional
A comunidade internacional está atenta à situação no Irã. O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que está monitorando a situação e mantém “todas as opções na mesa”. Essa vigilância externa pode influenciar a dinâmica política interna e a resposta do governo iraniano.
FAQ sobre as chamadas internacionais no Irã
Aqui estão algumas perguntas frequentes relacionadas ao tema das chamadas internacionais no Irã:
1. <strong>As chamadas internacionais estão totalmente disponíveis no Irã?</strong>
Embora haja um retorno parcial das chamadas internacionais, a situação ainda é instável e pode variar.
2. <strong>Qual é a situação atual da internet no Irã?</strong>
A conectividade da internet no Irã permanece em níveis muito baixos, cerca de 2% do normal, segundo a NetBlocks.
3. <strong>Como os protestos impactaram a economia do Irã?</strong>
Os protestos têm raízes na inflação alta e na escassez de produtos básicos, o que afeta diretamente a economia local e a vida diária da população.
4. <strong>O que o governo está fazendo para lidar com a situação?</strong>
O governo tentou implementar medidas de alívio econômico, como transferências diretas, mas estas não foram suficientes para conter a insatisfação popular.
5. <strong>Como a comunidade internacional está reagindo?</strong>
A comunidade internacional, incluindo os EUA, está monitorando a situação, com declarações de apoio aos direitos humanos e à liberdade de expressão.
A recuperação das chamadas internacionais no Irã oferece um vislumbre de esperança em meio à crise. Contudo, a estabilidade total ainda parece distante. Continue acompanhando as notícias aqui no JBR – Jornal Brasil Regional.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

