A lista de desejos de Trump ✍️

Desde quando era apresentador de reality show, Donald Trump falava sobre a importância de ser ambicioso e querer sempre mais.

Agora, no cargo de maior peso do planeta, parece que ele está levando isso a sério demais.

Não satisfeito com a operação na Venezuela, o presidente americano falou abertamente sobre outros países onde pensa em dar o “ok” para novas ações.

Na edição de hoje, você fica sabendo dessa lista e muito mais.        

Boa tarde.

No Espresso de hoje, você vai ver:  O famoso “sonho da casa própria” está ficando cada vez mais caro;  O BTG Pactual aterrissou de vez na Terra do Tio Sam;  Investir no petróleo da Venezuela não é tão simples quanto parece.          

 Seu biscoitinho da sorte Você se renova todos os dias. Às vezes você tem sucesso, às vezes não, mas é a média que contaAtribuída a Satya Nadella          

Depois da Venezuela, Trump já tem a lista de próximos alvos nas mãos… | Mundo (Sarah Grillo) Virou tabuleiro de War? Ao que tudo indica, Donald Trump não se contentou com a captura de Nicolás Maduro na Venezuela.

A bordo do Air Force One, o presidente americano subiu o tom e sugeriu novas intervenções militares ou ações diretas em pelo menos outros quatro países e um território.

A nova geração da “Doutrina Monroe”? Para quem já se esqueceu das aulas de História, esse foi o nome dado à política externa dos EUA no século XIX.

Resumindo, essa doutrina se concentrava no “América para os americanos” — ou seja, o continente deveria permanecer sob a influência exclusiva de Washington.

Quem está na mira do Tio Sam? Colômbia: Assim como fez com Maduro, Trump acusa o presidente Gustavo Petro de ligações com o narcotráfico e já chegou a dizer que ele seria “o próximo” depois do líder venezuelano.

Petro reagiu, negou qualquer envolvimento com o tráfico e classificou as falas como uma ameaça inaceitável.

Cuba: Aliada histórica da Venezuela — e inimiga ferrenha dos americanos —, o regime cubano depende, em grande parte, do petróleo venezuelano para sobreviver economicamente.

Tendo isso em mente, Trump afirmou que o país caribenho está “frágil” e que não seria necessário um ataque militar, já que o governo estaria perto de cair sozinho.

México: Aqui, o presidente americano culpa o México pela crise de opioides nos EUA, dizendo que drogas como o fentanil estão “inundando” o país.

O POTUS chegou a oferecer o envio de tropas para combater cartéis — mas a proposta foi rejeitada pela presidente mexicana Claudia Sheinbaum.

Irã: Enfrentando protestos em massa que já causaram a morte de mais de 20 pessoas, Trump disse que pode autorizar uma operação militar no país caso o governo continue reprimindo as manifestações.

Ele também afirmou que os EUA “virão em socorro” dos manifestantes e alertou para consequências caso o regime iraniano tente retomar seu programa nuclear.

Groenlândia: Por fim, Mr. Donald vem repetindo o desejo de anexar o território dinamarquês aos EUA, justificando a medida como uma “necessidade de segurança nacional”.

A resposta foi dura, e a primeira-ministra da Dinamarca afirmou que a ilha faz parte de um país soberano e não está à venda.

Bottom-line: Se antes essas falas eram encaradas com mais ceticismo, após a captura de Maduro, Trump parece disposto a ir além das palavras — aumentando a tensão no tabuleiro internacional.

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O famoso “sonho da casa própria” está ficando cada vez mais caro | Brasil (Fábio Tito) Os brasileiros que querem ter um lar para chamar de seu estão enfrentando desafios cada vez maiores na hora de abrir a carteira.

O cenário atual: No ano passado — vale lembrar que já estamos falando de 2025, ok?

—, os preços de venda de imóveis residenciais subiram, em média, 6,5%. Se te parece pouco, saiba que essa foi a segunda maior alta dos últimos 11 anos

— perdendo só para 2024.

Por que subiu? Mesmo com juros altos, a economia brasileira teve um bom desempenho em 2025, com o desemprego em mínimas históricas e a renda das famílias em alta. Isso ajudou a manter a demanda por imóveis aquecida

— apesar dos financiamentos mais caros.

Isso aqui é interessante: Os preços dos imóveis acabaram subindo mais do que a inflação geral do país, que foi de 4,2% no ano. Isso quer dizer que as casas realmente valorizaram, e não apenas acompanharam a alta dos preços.

Não por acaso, quem comprou um imóvel para investir está feliz da vida com essa notícia.

Metragem pequena, grandes valores: Os apartamentos de um quarto — os famosos studios — foram os mais procurados e também os que mais valorizaram, registrando uma alta de 8%.

Olhando para o todo, um apartamento de 50 m² no Brasil custa, em média, R$ 480 mil.

O preço médio do metro quadrado no país está na casa dos R$ 9.600.

Onde subiu mais? As capitais do Nordeste e do Sudeste puxaram a alta. Salvador foi a campeã, com aumento de mais de 16%.

João Pessoa e Vitória ficaram logo atrás. Considerando o preço do metro quadrado, Balneário Camboriú é a cidade mais cara do país.

Entre as capitais, Vitória, Florianópolis e São Paulo lideram o ranking de valor.

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Algumas lojas nos EUA começaram a escanear os próprios clientes | Tecnologia (Liam Quigley) “Sorria, você está sendo identificado”: Algumas placas colocadas na entrada de unidades de uma popular rede de supermercados nos EUA deixaram muitos clientes confusos.

O aviso diz que a Wegmans coleta, armazena e pode até compartilhar “informações de identificadores biométricos” das pessoas que passarem pela porta.

Em outras palavras, a loja está avisando que vai gravar o rosto, a voz e até as retinas de quem estiver fazendo compras.

Por que tudo isso? A empresa afirma que as câmeras com reconhecimento facial são usadas em “uma pequena fração” das lojas para prevenir fraudes, roubos e melhorar a experiência do cliente.

E a Wegmans não está sozinha nessa.

Outras redes varejistas americanas também já implementaram sistemas de coleta de dados biométricos em algumas unidades, sob a mesma justificativa de segurança.

Uma história com muitas pontas soltas… A grande questão é que muita gente não faz ideia de que está sendo monitorada dessa forma

— mesmo com a placa na entrada.

Além disso, ainda não está claro por quanto tempo as imagens dos clientes ficam armazenadas, nem com quem elas estão sendo compartilhadas.

Um parêntese importante: Especialistas alertam que a biometria de alguém não é um dado trivial.

Pense que, diferente de uma senha, você não pode “trocar” o seu rosto ou os seus olhos.

Pensando nisso, deputados americanos estão pedindo a proibição da coleta biométrica de clientes ou, pelo menos, a regulamentação dessa prática

— o que incluiria avisos e orientações mais claras.

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Hora de pegar o avião e dar um passeio por outras manchetes relevantes

Sofreu queda na cela: Moraes diz que não há necessidade de ida imediata de Bolsonaro para hospital

Tratou a operação como “sequestro”: Brasil reafirma rejeição a qualquer intervenção na Venezuela em reunião da OEA

Efeitos do tarifaço: Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 68,3 bilhões em 2025, pior resultado em três anos

Região estratégica para o petróleo: Petrobras paralisa perfuração da Foz do Amazonas após vazamento de fluido

Buscando até US$ 500 milhões: PicPay faz pedido de IPO na Nasdaq, em Nova York

Já que a PEC travou… Ministro da Justiça assina portarias para criar sistema e protocolo único de segurança          

O BTG Pactual aterrissou de vez na Terra do Tio Sam | Negócios (Suno) Quer dizer que é mesmo “Better Than Goldman”? O ano de 2026 mal começou e já se tornou o responsável por marcar o início da operação do BTG Pactual no principal mercado financeiro do planeta.

Por anos, o banco brasileiro manteve escritórios em Nova York e Miami, que atuavam mais como corretoras de investimentos e gestoras de recursos.

Então, o que mudou? O BTG conseguiu uma licença bancária completa nos EUA — que veio após a aquisição do banco americano M.Y. Safra.

Isso significa que o gigante das três letras vai virar um “banco de verdade” lá fora, com licença, supervisão e regras made in America.

Entre as mudanças, o BTG Pactual Bank — leia com o seu melhor sotaque americano — vai receber depósitos, conceder empréstimos, oferecer cartões de crédito e captar dinheiro na Terra do Tio Sam.

Estamos falando de um gigante: O BTG já é o terceiro maior banco do Brasil, valendo cerca de R$ 235 bilhões e administrando mais de R$ 2 trilhões em investimentos.

Agora, o gigante das três letras está focado na estratégia de internacionalização para se tornar um banco global — movimento que também envolve a expansão pela América Latina.

Bottom-line: O movimento mostra como empresas brasileiras podem exportar serviços financeiros de alta competitividade, além de indicar uma integração cada vez maior entre os mercados latino-americanos.

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Investir no petróleo da Venezuela não é tão simples quanto parece… | Economia (Times Brasil) A parte 2 da operação: Depois de capturar Nicolás Maduro, os EUA querem retomar a indústria de petróleo da Venezuela — que possui, justamente, as maiores reservas do mundo.

São aproximadamente 303 bilhões de barris em solo venezuelano, mas a produção por lá é bem menor do que a de outros países por causa das dificuldades na extração e no refino.

Para se ter ideia, na década de 1970, a Venezuela chegava a produzir quase 4 milhões de barris por dia — não por acaso, o país era mais rico que a Itália, e a capital, Caracas, era comparada a Paris.

Acontece que portos, oleodutos, refinarias e plataformas foram saqueados, abandonados ou destruídos e, hoje, a produção não passa de 1 milhão de barris por dia. (O Globo) O plano de Trump: O presidente americano quer que diferentes empresas dos EUA desembarquem na Venezuela para reconstruir todo o setor do país.

Mas isso tem um preço, e ele não é nada barato. As estimativas indicam que a retomada da produção de petróleo venezuelano em larga escala pode passar dos US$ 100 bilhões em uma década.

Tem outro “porém”… Analistas já cravaram que nenhuma empresa séria vai se comprometer a investir bilhões em um país sem estabilidade política e jurídica.

Por isso, antes do dinheiro, a prioridade dos EUA é conseguir implementar um novo marco regulatório no país — o que passa por um novo Congresso e um novo presidente.

Zoom out: Para o mercado global de petróleo, isso pode mudar fluxos e preços — inclusive no Brasil, com a Petrobras já se preparando para um possível aumento de competição. Compartilhe      

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