
Desde quando era apresentador de reality show, Donald Trump falava sobre a importância de ser ambicioso e querer sempre mais.
Agora, no cargo de maior peso do planeta, parece que ele está levando isso a sério demais.
Não satisfeito com a operação na Venezuela, o presidente americano falou abertamente sobre outros países onde pensa em dar o “ok” para novas ações.
Na edição de hoje, você fica sabendo dessa lista e muito mais.
Boa tarde.
No Espresso de hoje, você vai ver: O famoso “sonho da casa própria” está ficando cada vez mais caro; O BTG Pactual aterrissou de vez na Terra do Tio Sam;
Depois da Venezuela, Trump já tem a lista de próximos alvos nas mãos… | Mundo (Sarah Grillo)
A bordo do Air Force One, o presidente americano subiu o tom e sugeriu novas intervenções militares ou ações diretas em pelo menos outros quatro países e um território.
Resumindo, essa doutrina se concentrava no “América para os americanos” — ou seja, o continente deveria permanecer sob a influência exclusiva de Washington.
Quem está na mira do Tio Sam? Colômbia: Assim como fez com Maduro, Trump acusa o presidente Gustavo Petro de ligações com o narcotráfico e já chegou a dizer que ele seria “o próximo” depois do líder venezuelano.
Petro reagiu, negou qualquer envolvimento com o tráfico e classificou as falas como uma ameaça inaceitável.
Tendo isso em mente, Trump afirmou que o país caribenho está “frágil” e que não seria necessário um ataque militar, já que o governo estaria perto de cair sozinho.
O POTUS chegou a oferecer o envio de tropas para combater cartéis — mas a proposta foi rejeitada pela presidente mexicana Claudia Sheinbaum.
Ele também afirmou que os EUA “virão em socorro” dos manifestantes e alertou para consequências caso o regime iraniano tente retomar seu programa nuclear.
A resposta foi dura, e a primeira-ministra da Dinamarca afirmou que a ilha faz parte de um país soberano e não está à venda.
O famoso “sonho da casa própria” está ficando cada vez mais caro | Brasil (Fábio Tito) Os brasileiros que querem ter um lar para chamar de seu estão enfrentando desafios cada vez maiores na hora de abrir a carteira.
—, os preços de venda de imóveis residenciais subiram, em média, 6,5%. Se te parece pouco, saiba que essa foi a segunda maior alta dos últimos 11 anos
— perdendo só para 2024.
— apesar dos financiamentos mais caros.
Não por acaso, quem comprou um imóvel para investir está feliz da vida com essa notícia.
Olhando para o todo, um apartamento de 50 m² no Brasil custa, em média, R$ 480 mil.
O preço médio do metro quadrado no país está na casa dos R$ 9.600.
João Pessoa e Vitória ficaram logo atrás. Considerando o preço do metro quadrado, Balneário Camboriú é a cidade mais cara do país.
Entre as capitais, Vitória, Florianópolis e São Paulo lideram o ranking de valor.
Algumas lojas nos EUA começaram a escanear os próprios clientes | Tecnologia (Liam Quigley)
O aviso diz que a Wegmans coleta, armazena e pode até compartilhar “informações de identificadores biométricos” das pessoas que passarem pela porta.
Em outras palavras, a loja está avisando que vai gravar o rosto, a voz e até as retinas de quem estiver fazendo compras.
E a Wegmans não está sozinha nessa.
Outras redes varejistas americanas também já implementaram sistemas de coleta de dados biométricos em algumas unidades, sob a mesma justificativa de segurança.
— mesmo com a placa na entrada.
Além disso, ainda não está claro por quanto tempo as imagens dos clientes ficam armazenadas, nem com quem elas estão sendo compartilhadas.
Um parêntese importante: Especialistas alertam que a biometria de alguém não é um dado trivial.
Pense que, diferente de uma senha, você não pode “trocar” o seu rosto ou os seus olhos.
Pensando nisso, deputados americanos estão pedindo a proibição da coleta biométrica de clientes ou, pelo menos, a regulamentação dessa prática
— o que incluiria avisos e orientações mais claras.
Hora de pegar o avião e dar um passeio por outras manchetes relevantes
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Tratou a operação como “sequestro”: Brasil reafirma rejeição a qualquer intervenção na Venezuela em reunião da OEA
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Região estratégica para o petróleo: Petrobras paralisa perfuração da Foz do Amazonas após vazamento de fluido
Buscando até US$ 500 milhões: PicPay faz pedido de IPO na Nasdaq, em Nova York
Já que a PEC travou… Ministro da Justiça assina portarias para criar sistema e protocolo único de segurança
O BTG Pactual aterrissou de vez na Terra do Tio Sam | Negócios (Suno)
Por anos, o banco brasileiro manteve escritórios em Nova York e Miami, que atuavam mais como corretoras de investimentos e gestoras de recursos.
Isso significa que o gigante das três letras vai virar um “banco de verdade” lá fora, com licença, supervisão e regras made in America.
Entre as mudanças, o BTG Pactual Bank — leia com o seu melhor sotaque americano — vai receber depósitos, conceder empréstimos, oferecer cartões de crédito e captar dinheiro na Terra do Tio Sam.
Agora, o gigante das três letras está focado na estratégia de internacionalização para se tornar um banco global — movimento que também envolve a expansão pela América Latina.
Investir no petróleo da Venezuela não é tão simples quanto parece… | Economia (Times Brasil)
São aproximadamente 303 bilhões de barris em solo venezuelano, mas a produção por lá é bem menor do que a de outros países por causa das dificuldades na extração e no refino.
Para se ter ideia, na década de 1970, a Venezuela chegava a produzir quase 4 milhões de barris por dia — não por acaso, o país era mais rico que a Itália, e a capital, Caracas, era comparada a Paris.
Acontece que portos, oleodutos, refinarias e plataformas foram saqueados, abandonados ou destruídos e, hoje, a produção não passa de 1 milhão de barris por dia. (O Globo)
Mas isso tem um preço, e ele não é nada barato. As estimativas indicam que a retomada da produção de petróleo venezuelano em larga escala pode passar dos US$ 100 bilhões em uma década.
Por isso, antes do dinheiro, a prioridade dos EUA é conseguir implementar um novo marco regulatório no país — o que passa por um novo Congresso e um novo presidente.
Zoom out: Para o mercado global de petróleo, isso pode mudar fluxos e preços — inclusive no Brasil, com a Petrobras já se preparando para um possível aumento de competição. Compartilhe
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