CLORO ADULTERADO: RISCOS E PREVENÇÃO EM ACADEMIAS

CLORO ADULTERADO: RISCOS E PREVENÇÃO EM ACADEMIAS

CLORO ADULTERADO: RISCOS E PREVENÇÃO EM ACADEMIAS

O uso de cloro adulterado em academias é um tema de extrema importância para a segurança de todos os frequentadores. Recentemente, um trágico incidente em uma academia de São Paulo, onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu após ser intoxicada por cloro misturado a um produto desconhecido, trouxe à tona a necessidade de uma discussão sobre os riscos associados ao uso inadequado de produtos químicos nas piscinas.

O Incidente e Seus Efeitos

Juliana passou mal na recepção da academia C4 GYM, localizada no Parque São Lucas, logo após participar de uma aula de natação. Imagens de câmeras de segurança mostram a jovem visivelmente debilitada, lutando para respirar. Testemunhas relataram um forte odor químico na área, seguido por sintomas como ardência nos olhos e episódios de vômito.

Causas da Intoxicação

O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, informou que o cloro utilizado na piscina estava adulterado com uma substância ainda não identificada. Isso gerou uma reação química que afetou não apenas Juliana, mas também outras pessoas que estavam presentes. O incidente exemplifica os perigos que podem advir do uso inadequado de produtos químicos em ambientes aquáticos.

Consequências para os Frequentadores

Além da trágica morte de Juliana, outras pessoas também apresentaram problemas de saúde. Um adolescente de 14 anos foi internado com bolhas nos pulmões, enquanto dois outros frequentadores receberam alta após tratamento. Esses eventos destacam a importância de um monitoramento rigoroso das condições das piscinas.

Como se Proteger em Academias

Para garantir a segurança nas academias, é fundamental que os frequentadores estejam atentos a alguns sinais. Verifique sempre a claridade da água da piscina e o odor. Um cheiro forte de produtos químicos pode ser um indicativo de problemas. Além disso, esteja ciente de qualquer desconforto físico durante o uso das instalações.

O Papel das Academias

As academias devem adotar práticas rigorosas de segurança, incluindo a realização de testes regulares da qualidade da água e a correta armazenagem e manuseio de produtos químicos. A formação adequada do pessoal que lida com essas substâncias é essencial para evitar tragédias como a de Juliana.

FAQ – Perguntas Frequentes

Aqui estão algumas perguntas que podem ajudar a esclarecer dúvidas sobre o uso de cloro em piscinas de academias:

1. <strong>Quais são os sinais de intoxicação por cloro?</strong>

Os sinais incluem dificuldade para respirar, ardência nos olhos e na pele, além de vômito.

2. <strong>Como as academias devem monitorar a qualidade da água?</strong>

Deve haver testes regulares da água, com monitoramento dos níveis de cloro e pH.

3. <strong>O que fazer se eu sentir desconforto na piscina?</strong>

Saia imediatamente da água e procure atendimento médico se os sintomas persistirem.

4. <strong>É seguro usar produtos químicos em piscina?</strong>

Sim, desde que sejam utilizados produtos adequados e em quantidades corretas, seguindo as orientações dos fabricantes.

5. <strong>As academias são responsáveis pela segurança da água?</strong>

Sim, as academias têm a responsabilidade de garantir a segurança dos frequentadores, realizando a manutenção adequada das piscinas.

Em resumo, o incidente que resultou na morte da professora Juliana Bassetto serve como um alerta para todos os frequentadores de academias e responsáveis por estabelecimentos. É crucial que todos estejam cientes dos riscos e tomem medidas preventivas para garantir um ambiente seguro. Continue acompanhando as notícias aqui no JBR – Jornal Brasil Regional.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br